FAÇA POR AMOR: Ela largou tudo pra voluntariar 6 meses na Tailândia, Vietña e Camboja

Leticia Mello Do For Love Project

Olá seres humanos, humanoides, híbridos e extraterrestres! Tudo bem?

A sensação de realizar um sonho é indescritível. Colaborar para que outra pessoa realize seus sonhos também!

Eu acredito que os nossos sonhos se manifestam para fazer-nos lembrar do nosso propósito, da nossa missão nesta vida. O sonho nasce com o intuito de nos empurrar na direção e no caminho certo da realização. Durante muito tempo, a palavra “sonho” foi a minha preferida. Nela, eu projetava o significado da minha existência, pois uma vida sem tais realizações, é uma vida sem vida!

Existem pessoas que ignoram seus sonhos por inúmeras razões, e outras, que fazem de seus sonhos uma forma de realização pessoal, ajudando outras pessoas a serem mais felizes!

Leticia brincando com crianças na Tailândia

Esse é o caso da gaúcha Letícia Mello, uma jovem de 27 anos, idealizadora do Do For Love Project, que deixou de ver sentido em suas viagens só por turismo, e decidiu dar um propósito maior á elas. Ela largou tudo e foi passar 6 meses em lugares remotos da Tailândia, Vietña e Camboja. Seu orçamento era de $500 dólares por mês, dava aulas de inglês em troca acomodação e alimentação.

A Lê é um desses casos de amizade virtual que a gente torce pra sair das telas de nossos respectivos computadores, e passe pra vida real. Tive a sorte de conhecê-la por meio do Programa Recalculando a Rota, e desde então, virei fã.

“O Do For Love é a realização de um grande sonho.
Minha paixão por viajar, foi somada ao meu desejo de ajudar”.

Leticia e as crianças

“Eu vivia ao máximo como uma local. Tomava banho frio de caneca, dormia no chão, comia insetos, participava de cerimônias budistas, fui furtada duas vezes, fiz amigos no hospital e na delegacia, fiquei totalmente sem dinheiro, precisei da ajuda de desconhecidos, me meti em grandes furadas e também vivi os melhores momentos da minha vida.” 

A experiência da Lê foi muito além de doar seu tempo dando aulas de inglês, e ao maior estilo Liz Gilbert (autora do livro Comer Rezar Amar), ela conseguiu arrecadar dinheiro entre seus familiares e amigos para construir uma casa que serve de acomodação aos alunos que tem dificuldades de locomoção até á escola. A casa se chama Home of Hope (Casa da Esperança) e tem até uma plaquinha de agradecimento com a bandeira do Brasil e o nome da voluntária.

home of hope

Do For Love Project, é um projeto de voluntariado independente, que incentiva todas as pessoas a fazer o que seja, desde que seja com amor. A nossa musa-alada- inspiradora, faz questão de elucidar: “A ideia deste projeto não é fazer com que você  mude o rumo da sua vida e parta para um voluntariado em terras desconhecidas, pelo contrário, cada um tem uma resposta diferente para o seu “Do For Love”, basta encontrá-la.”

Leticia e as bananas

E como experiência boa é experiência compartilhada, a Lê escreveu um livro inspirador, que segundo ela mesma, “é um reflexo fidedigno dessa aventura” que está prestes a ser lançado de forma independente, por meio do site de financiamento coletivo, chamado Catarse.Me.

Se assim como eu, você também está super curioso e entusiasmado para lê-lo e, saber com detalhes como foi essa jornada pela Tailândia, Vietña e Camboja, você pode comprá-lo com antecipação e ajudar a entusiasta do Faça Por Amor a realizar um sonho.

Leticia e criança

No link abaixo você pode assistir ao vídeo e saber mais detalhes do projeto com as palavras da própria Letícia. É só dar o play e apaixonar-se por ela e pelo “Faça Com Amor”!

IMPORTANTE: a campanha para financiar o livro Faça Por Amor está quase chegando ao fim. Para ser exata, faltam 9 dias para acabar. O tipo de campanha é “tudo ou nada”, isso quer dizer que, se ela conseguir arrecadar o total pretendido até a data, ela recebe a grana e edita seus livros. Se não conseguir bater a meta até essa data, ou seja, 21 de fevereiro de 2016, ela perde tudo o que já arrecadou até agora, e a grana volta pro bolso de seus respectivos colaboradores. Seria um desperdício, não é mesmo? Então, não deixe para depois, faça a sua colaboração o quanto antes e seja um “realizador de sonhos de outrem você também”.

COLABORE AQUI >> https://www.catarse.me/doforlove

Leticia no templo

 

Até a próxima aventura, Lê! 

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PROJETO RODA MUNDO: uma volta ao globo em uma bicicleta de bambu

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Olá seres humanos, humanoides, híbridos e extraterrestres! Tudo bem?

Muitos dirão que é loucura, mas num futuro muito próximo, ele vai dar a volta ao mundo com a Dulcinéia, sua bicicleta de bambu. “É muito arriscado”, “é perigoso”, “é uma loucura”. Se me permitem, meus caros, a única loucura é passar a vida sem ter coragem de lutar pra realizar os próprios sonhos, e porque não, os sonhos de outrem.

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Ricardo Martins é o “louco” em questão. Um cara muito gente boa que tem um projeto fodástico chamado Roda Mundo, que é tão sensacional que eu não poderia deixar de compartilhar por aqui.

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Em 2010, eu estava planejando um mochilão e acabei chegando sem querer ao blog do Ricardo. Na época, ele estava temporariamente em Buenos Aires e viajava com a Capitu, a bicicleta que o acompanhou em sua primeira viagem pela América do Sul, com o projeto Roda América.

Entrei em contato com ele, e viramos amigos virtuais, (saudades MSN!). Não demorou muito para que estabeleçamos uma grande afinidade. Chegamos a mencionar várias vezes de sentar-nos pra tomar umas brejas, mas infelizmente fomos procrastinando e acabou não rolando. Eu teria adorado escutar pessoalmente todas aquelas histórias interessantíssimas que ele me contava. A que mais me emocionou, foi a que viajando pelo Uruguai, descobriu o endereço do Eduardo Galeano e foi até lá conhecer o escritor. Não só ganhou de presente um livro autografado pelo mesmo, mas ganhou também um amigo.

Inspirado nessa primeira experiência, o Ricardo escreveu um livro “Roda América – Em Busca de Nossa Gente”.

Não preciso conhecê-lo pessoalmente para saber que o Ricardo possui uma dessas almas soltas, livres, e com sede de aventuras. Sei disso porque dessa vez, ele quer explorar os confins desse mundão.

Ele vai rodar o mundo de bicicleta, minha gente!!

Mas volta ao mundo? De bicicleta? 

Roda Mundo é o nome do projeto de volta ao mundo em uma bicicleta de bambu, para descobrir culturas, aproximar pessoas e encontrar novas soluções de mobilidade urbana pelos 5 continentes.

Estudos sobre Mobilidade Urbana e Cicloturismo

Em parceria com universidades e ONGs, o Roda Mundo fará pesquisas de campo sobre Cicloturismo e Mobilidade Urbana pelo Mundo, para alimentar estudos que trarão novas possibilidades e soluções para o uso da bicicleta e demais meios de transporte. Por questões de isolamento geográfico e até mesmo político, a coleta de dados em algumas regiões do planeta é extremamente complexa, mas não para uma bicicleta, que elimina barreiras de distância e até mesmo culturais.

Eu não sei você, mas eu fico extremamente emocionada cada vez que me deparo com um projeto desse tipo. Ver gente realizando sonhos, sobretudo, quando esse sonho tem a ver com viajar e explorar o mundo. Não posso explicar com palavras o quanto isso me mobiliza, estimula e inspira. Poderia ser eu com um projeto do tipo (não de bicicleta, porque convenhamos, eu não chegaria nem na esquina de casa montada numa bike). Mas ver alguém fazer algo do tipo, me encoraja, me diz que no momento ideal, eu e meus 3 fiéis escudeiros: marido, filho e cachorro, também poderemos meter o pé na estrada e explorar cada canto desse planeta!

Convido todo mundo a participar desse projeto. Como? É muito fácil! Você pode participar ajudando a financiar essa viagem que está em campanha na plataforma de crowdfunding chamada Benfeitoria. Entre no link e assista ao vídeo com o próprio Ricardo contando como funciona o projeto Roda Mundo.

***

Link Benfeitoria >> benfeitoria.com/rodamundo.

Ps: Na página do projeto Roda Mundo no Facebook tem uma entrevista imperdível com a bicicleta e musa, Dulcinéia. De nada! 😉

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Boa viagem, Ricardo e Dulcinéia. Espero poder encontrá-los por aí. 

Colonia del Sacramento – Uruguay

Bicicleta Colonia do Sacramento

Feliz Ano Novo seres humanos, humanoides, híbridos e extraterrestres! Tudo bem?

Eu defini que 2015 seria o ano de “colecionar momentos, e não coisas”. Foi bom demais terminar o ano sabendo que eu tinha conseguido que assim fosse. Empolgada, defini que 2016 seria ano de “realizar sonhos”. E nem precisa me conhecer muito pra saber que o meu maior sonho é viajar, conhecer, explorar, wanderlustizar, e coisa e tal.

Meu papá veio nos visitar e propôs algo que há muito tempo eu vinha procrastinando: conhecer Colônia do Sacramento no Uruguai. Pra quem não sabe, eu moro em Buenos Aires na Argentina, e o Uruguay tá logo alí, do outro lado do rio de La Plata. Sinceramente, nem sei por qual razão eu demorei tanto pra cruzar o Plata, pois cada minuto nessa pitoresca cidade valeu demais!

Nos viajamos com a empresa Buquebus, num barco rápido que cruza o rio em apenas 1 hora. Chegamos a Colonia del Sacramento ás 9:00hs da manhã de uma sexta-feira. O tempo estava perfeito, um dia nublado e com carinha de chuva, (amo), apesar de que já no final do dia o Sol tenha aparecido com tudo.

O casco histórico da cidade é pequeno, lindo, limpo e conservado. Com o dia cinza, as ruas e a arquitetura ganharam um ar nostálgico e bucólico encantador! Apesar da cidade ser bem pequena, decidimos alugar um carro elétrico que nos facilitou muito a vida. Pudemos passear e conhecer bastante cada cantinho.

Comemos extremamente bem (saudades, parrillada do El Portón), tomamos vinhos de excelente qualidade, e o ponto alto do passeio foi quando, depois de almoçar e ficar jogando conversa fora na pracinha do lado do restaurante, decidimos voltar pro casco histórico e nos sentamos num resto/bar aleatório, só pra tomar mais vinho, e jogar mais conversa fora. Meu filhote já estava um pouco cansado e irritado.  O amabilíssimo garçom, chamado Martín teve a brilhante ideia de trazer pão numa cestinha para que o Shai jogasse pros passarinhos. Meu pequeno ficou encantado e maravilhado, todo rodeado de pequenos pássaros. Fez amizade com todos que trabalhavam lá. Chegou um momento em que ele já sabia o caminho até a cozinha, e a cada 10 minutos ia pedir mais pão pra alimentar os passarinhos na praça. Nesse lugar, sobretudo, ficou confirmada a fama da hospitalidade dos uruguaios. O restaurante se chama CasaGrande by Koka´s, e funciona desde 1777 em pleno coração do casco histórico da cidade.

Foi um dia pra guardar num frasquinho de tão lindo e agradável. Antes de sair, eu olhei pra trás e pensei: “até logo, Colonia”.

Desfrutem algumas fotos desse dia:

Arquitetuta Colonia Uruguay

Pier Colonia Rio de la Plata

265

Calle de los Suspiros

Carrinho amarelo

Colonia Uruguay

Estación 2

Estación de tren

lampada 2

Colonia del Sacramento

lampadas

Los suspiros Colonia

Rua dos Suspiros Colonia

S.N.V – Síndrome da Necessidade de Viajar

Olá! Sejam muito bem vindos ao Super Lilix!

Esse é o primeiro post deste blog. E, dentre tantos assuntos que eu tenho vontade de abordar, este sem dúvida, é o que mais habita a minha cabeça, a necessidade de VIAJAR!

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Sofro do que chamo de S.N.V ou “Síndrome da Necessidade de Viajar”. Você certamente nunca escutou esse termo. E eu sei disso pelo mero fato que eu eu o inventei. Existem muitas pessoas que nutrem o sonho de viajar, porém eu sempre senti que “sonho” era pequeno demais pra isso que eu sinto, é realmente uma necessidade!
A primeira (e única) chance que tive de viajar pra fora foi há 8 anos atrás, quando fui sozinha passar 15 dias em Buenos Aires e, gostei tanto que voltei á cidade menos de 3 meses depois da minha primeira experiência, e estou aqui até hoje! O tempo passou e eu fui ficando, ficando e ficando. Veja bem, eu amo Buenos Aires, mas sinto que necessito de novas experiências, conhecer novas pessoas, culturas e aprender outros idiomas. E, sempre que penso nessa possibilidade sinto uma cóceguinha no coração tão gostosa, que é isso o que me motiva a seguir em frente para conseguir suprir essa necessidade um dia.
***
Os sintomas começaram aos 11 anos, e desde então o meu hobby preferido é planejar viagens. Quanto a minha palavra preferida, eu sempre pensei que fosse “liberdade”, até conhecer a poesia resumida em uma única palavra de origem alemã que, além de ser gostosa de pronunciar, tem um significado que consegue resumir todo o meu sentimento em exatas 10 letras: “WANDERLUST”Forte desejo e ou impulso por viajar e explorar o mundo…Não apenas um simples desejo, é uma sensação que toma todo o corpo e a mente, sensação de desconforto nas pernas, nos músculos junto a um desejo incontrolável de ir, de seguir um rumo qualquer em direção ao desconhecido ou a um lugar que se vá encontrar algo novo…Também caracterizado pela sensação de saudades de algum lugar no qual nunca se esteve…Em suma, significa a viagem que cada um deseja fazer de algum modo, talvez uma busca através de si mesmo…
  Acho que essa é a única síndrome do mundo que eu rezo para que não tenha a cura!
Freebie: Fiz um pôster com duas opções de cores para inspirar e atrair muitas viagens pra todos nós. É só salvar, imprimir e colocar onde você quiser, baby! O tamanho do arquivo é: 2400×3000.
viajar pra caralho 4
Um prazer, volte sempre!
Lilix.